terça-feira, 26 de março de 2013
sábado, 23 de março de 2013
Atabaque Nzinga
Documentário musical sobre a Cultura Afro Brasileira, cuja estrutura narrativa se traduz por um jogo de búzios, onde nossa protagonista Ana (Taís Araújo) chega atraída pelo "chamado do tambor" em busca de seu auto- conhecimento e seu caminho. Pela estrada da percussão nas locações de Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro, Ana encontra diferentes ritmos, grupos musicais e coreográficos, experienciando sua integração na sociedade brasileira. O material filmado em Angola, África, onde no séc. XVII viveu e reinou a Rainha Nzinga, guerreira famosa, cujo nome serve de batismo à protagonista do filme, é uma referência e ilustra o passado da história do negro no Brasil.
quinta-feira, 14 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
PM ordena abordagem de pardos e negros em Campinas
Correio Popular, Campinas, quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
A Polícia Militar de Campinas
determinou, em uma OS (Ordem de Serviço), de 21 de dezembro, que seus
integrantes abordassem jovens negros e pardos, com idade entre 18 e 25 anos, na
região do bairro Taquaral, uma das áreas mais nobres da cidade. Segundo a determinação,
dirigida ao Comando Geral de Patrulhamento da região, pessoas que se enquadrem
nessa categoria são consideradas suspeitas de praticar assaltos a casas na
região e devem ser abordadas prioritariamente.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Obras do pintor afro-americano Kehinde Wiley
Jovens
negros inspiram pintor americano Kehinde Wiley
FRANCISCO QUINTEIRO PIRES
Em suas pinturas a óleo, Kehinde Wiley associa a insolência do hip hop,
cultura urbana transformada em indústria bilionária, à aristocracia da Idade
Moderna.
Quando usa um vocabulário que reforça noções de prestígio, poder e
heroísmo, ele se diz transgressor.
"Coloco a cultura afro-americana dentro dos limites tradicionais do
retrato europeu para criar uma nova sensibilidade sobre raça e classe",
disse à Folha.
O que era uma prática restrita à experiência nos Estados Unidos agora se
globalizou. Na década passada, Wiley, 35, iniciou The World Stage, projeto
sobre os negros de países como Israel, Nigéria, Índia, China e Brasil.
No próximo mês, o Contemporary Jewish Museum, de San Francisco, nos
Estados Unidos, exibe a série com os judeus etíopes.
Negritude é, para Wiley, "uma estética nômade", criadora de uma
linguagem internacional. "Notei semelhanças entre os bairros
afro-americanos e as regiões urbanas carentes de outros países", diz.
"Existe uma ressonância óbvia entre a pobreza das favelas do Rio e a
exclusão em South Los Angeles, onde cresci."
Wiley visitou o Brasil em 2008. Para fazer as 22 pinturas de jovens
brasileiros adotou o mesmo método que o consagrou no início dos anos 2000,
quando percorria as ruas do Harlem, em Nova York.
Wiley aborda ao acaso um desconhecido e lhe paga pelo menos US$ 100
(cerca de R$ 200), por hora, para fotografá-lo em poses clássicas. Sua técnica
lembra a de Norman Rockwell (1894-1978). Ambos manipulam uma situação e a
congelam em fotos antes de registrá-la na tela.
O resultado varia pouco. Um jovem que veste roupas de marca, retratado em
cores vibrantes, à frente de um fundo adornado, parece saído de um quadro de
Velázquez, Jacques-Louis David ou Hans Memling.
Kehinde Wiley
"Alegoria a Lei do Ventre Livre" (2009), pintura de Kehinde
Wiley
POP ART
Wiley rejeita a afirmação recorrente de que os seus trabalhos são
comerciais ou um exemplo de pop art. "Eu não tento elevar tendências da
cultura de massa a uma forma privilegiada, o que é por definição um dos
atributos mais importantes da pop art."
Desde 2001 ele participou de mais de 50 exposições (ao menos 20
individuais).
Já fechou parcerias publicitárias com Puma e Givenchy. O Metropolitan
Museum of Art, o Jewish Museum e o Brooklyn Museum, que programa uma
retrospectiva em 2015, compraram suas obras. Recentemente, Wiley divulgou
"An Economy of Grace", em que pela primeira vez retrata mulheres
negras e responde à crítica de que seria misógino.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
A cor dos homicídios no Brasil - Mapa da violência
O estudo focaliza a incidência da questão racial na
violência letal do Brasil, tomando como base os registros de mortalidade do
Ministério da Saúde entre os anos de 202 e 2010.
Para ver o documento na íntegra clique aqui
Cresce a proporção de negros vítimas de assassinato no país
CRESCE A PROPORÇÃO DE NEGROS VÍTIMAS DE ASSASSINATO NO
PAÍS
Entre 2002 e
2010, o número de negros mortos cresceu e o de brancos, teve queda
DE BRASÍLIA
Entre 2002 e
2010, o número de negros assassinados no país cresceu e o de brancos diminuiu,
aumentando em 159% a diferença entre homicídios contra as duas raças.
Essa é uma
das conclusões de estudo apresentado ontem pela Seppir (Secretaria de Políticas
de Promoção da Igualdade Racial), que lançou um plano para tentar diminuir o
problema entre os jovens, os principais alvos do crime.
O estudo não
arrisca explicação para o fenômeno, ocorrido na década em que a desigualdade de
renda atingiu o menor patamar em 30 anos.
Em 2002, a
diferença entre assassinatos contra brancos e contra negros era de 8.085. Em
2010, esse número chegou a 20.936 -daí os 159%. Entre o primeiro e o último
ano, o número de homicídios no Brasil cresceu 7%.
Em 2002,
foram mortas 26,9 mil pessoas que se declaravam pretas ou pardas. Em 2010,
foram 34,9 mil, aumento de quase 30%. Em relação aos brancos, o caminho foi
inverso: queda de mais de um quarto -18,8 mil para 14 mil.
No período,
a população negra cresceu 22% e a branca, 0,5%. Tanto o autor do estudo, Julio
Jacobo, quanto a Seppir consideram que o fato de a morte dos negros gerar menos
mobilização social ajuda a explicar o fenômeno.
O estudo usa
informações do Ministério da Saúde que, apesar de serem as únicas que usam o
quesito cor de pele, são alvos de críticas. Elas tendem a subestimar o número
de assassinatos. Principalmente porque muitas mortes resultantes de homicídios
são lançadas no sistema como "intenção indeterminada".
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, Sexta-feira, 30 de novembro de 2012, Cotidiano, C5
sábado, 1 de dezembro de 2012
Dia Mundial de Combate à AIDS
Mulheres passam ao lado de laço
vermelho esculpido na areia pelo artista Sudarshan Pattnaik, em Bhubaneswar, na
Índia, na véspera do Dia Mundial de Combate à Aids, comemorado em 1º de dezembro
veja outras imagens do Dia Mundial de Combate à Aids em:
domingo, 25 de novembro de 2012
Pérolas Negras no Museu Afro Brasil
"Pérolas Negras", no
Museu Afro Brasil (Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque do Ibirapuera,
portão 10), fica em cartaz de 20/11/12 a 7/4/13 e pode ser visitada de terça a
domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h). A mostra traz fotografias de Miro
(Azemiro de Souza), fotógrafo de editorial de moda no Brasil. Mais informações:
(11) 3320-8900 e www.museuafrobrasil.org.br.
Fonte: UOL - Exposições que entram em cartaz na capital paulista em novembro
Fonte: UOL - Exposições que entram em cartaz na capital paulista em novembro
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