sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A mbira da beira do rio Zambeze



O livro apresenta histórias curtas, protagonizadas pelo menino africano Chaka. Mostra ao leitor infantil aspectos da cultura do povo Xona, que vive no Zimbábue e, principalmente, a mbira (pequeno instrumento musical de origem africana, feito com uma placa de madeira e lâminas de metal de diversos tamanhos, que produzem sons quando as unhas de quem a toca batem nas pontas do metal). Chaka vive numa vila à beira do rio Zambeze e a mbira é sua companheira de todas as horas: com sua música sonha, imagina histórias e agrada os espíritos protetores de seu povo. Textos informativos a respeito da mbira e imagens diversas apresentam o instrumento de forma lúdica. O livro está organizado em função do CD que o acompanha, com canções gravadas com a mbira e a narração de uma história da tradição oral africana. As bonitas ilustrações e o projeto gráfico caprichado enriquecem a leitura. Boa opção para entrar em contato com sonoridades pouco conhecidas e com algumas tradições culturais do Zimbábue.


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Exposição de Fotos sobre a escravidão


Negra com seu filho – Salvador, BA, c. 1884

(Marc Ferrez – Coleção Gilberto Ferrez – Acervo Instituto Moreira Salles)



Informações
Emancipação, inclusão e exclusão. Desafios do Passado e do Presente – Fotografias do Acervo Instituto Moreira Salles
Duração: até 29 de novembro de 2013
Local: MAC Cidade Universitária
Endereço: Rua da Praça do Relógio, 160
Cidade Universitária
São Paulo – SP
Contato: (11) 3091 – 3039
Horário: De terça a domingo, das 10 às 18 horas – Entrada franca e classificação livre




domingo, 27 de outubro de 2013

Adolescentes africanas fugitivas de guerra são prostituídas em SP

CÉSAR ROSATI
DE SÃO PAULO

Adolescentes africanas fugitivas de países em guerra estão sendo prostituídas em São Paulo. O esquema, comandado por uma máfia de origem europeia, foi denunciado nesta semana a uma comissão de deputados federais que investiga casos de exploração sexual infantil no Brasil.

Nos últimos quatro anos, o juiz da Vara de Infância e Juventude Paulo Fadigas acumulou pelo menos 30 casos de garotas africanas trazidas para o Brasil para serem prostituídas. São jovens carentes vindas do Congo, Eritreia, Somália e Angola.
Após ouvir as meninas e se certificar da veracidade das informações, denunciou o caso à CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes da Câmara dos Deputados nesta semana, em São Paulo.

A máfia usa a fragilidade das meninas para convencê-las a sair da África. Constantemente estupradas em seus países de origem elas vêm para o Brasil com a esperança de ganhar dinheiro justamente com a prostituição.



Leia a notícia completa acessando o link abaixo:

sábado, 26 de outubro de 2013

Ambrosina Idalina da Silva no primeiro dia do ENEM



A técnica em enfermagem Ambrosina Idalina da Silva, 60, disse neste sábado (26), após participar do primeiro dia de provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013, que considerou a prova "tranquila". Para a candidata, a motivação para entrar na faculdade vem da ideia de "pensar para frente"

Fonte: educacao.uol.com.br/noticias/2013/10/26/candidata-de-60-anos-considera-primeiro-dia-do-enem-2013-tranquilo.htm



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Cinema na sala de aula, Django Livre



A vingança dos negros


Em Django Livre, Quentin Tarantino promove um banho de sangue como libelo contra o racismo e a escravidão


Por Eduardo Graça, de Nova York — publicado na edição 74, de março de 2013


Para ler o artigo da Revista Carta na Escola Clique Aqui




O fim da escravidão nos EUA

O que levou à abolição de uma instituição tão solidamente estabelecida como foi a escravidão nesse país?



Por Vitor Izecksohn, professor do Instituto de História e do Programa de pós-graduação da UFRJ — publicado na edição 74, de março de 2013

Para ler o artigo da Revista Carta na Escola Clique Aqui



quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A História, o africano e o afro-brasileiro

O programa, da disciplina Conteúdos e Didática da História do Curso de Pedagogia Unesp/Univesp, discute de que maneira os africanos são retratados pela História da civilização.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Práticas e reflexões sobre a educação étnica na infância brasileira: coleção "Percepções da Diferença" do NEINB – Núcleo de Apoio à Pesquisa em Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro

Práticas e reflexões sobre a educação étnica na infância brasileira: coleção "Percepções da Diferença" do NEINB – Núcleo de Apoio à Pesquisa em Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro

Publicamos abaixo uma lista de links para os 10 volumes da  coleção “As Percepções da Diferença”.

As obras são uma criação do  NEINB – Núcleo de Apoio à Pesquisa em Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro - e são fruto da vivência e reflexão de profissionais brasileiros da  Educação Infantil que elegeram o tema das relações negros e brancos para discutirem e apresentarem boas práticas educacionais voltadas às crianças de 0 a 6 anos de idade.
O acesso e a reprodução, segundo autores, é livre, desde que para fins não comerciais.