sábado, 13 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Estátua de Iemanjá na Paraíba decapitada
"Decapitação" de estátua de Iemanjá causa revolta na Paraíba
REYNALDO TUROLLO JR.
DE SÃO PAULO
Para autoridades paraibanas,
não passou de vandalismo. Militantes dos direitos humanos e do movimento negro
dizem que foi um ato de intolerância religiosa.
O fato é que a estátua de Iemanjá que fica na praça de mesmo nome
na praia turística do Cabo Branco, em João Pessoa, amanheceu
"decapitada" no início da semana.
A cabeça foi colocada no chão, ao lado da imagem de concreto, que
tem cerca de 2,5 metros e quase 20 anos. "Foi intolerância. Estamos
tristes e indignados. Por que decapitar e deixar a cabeça certinha no
chão?", diz mãe Renilda, presidente da federação de cultos
afro-brasileiros da Paraíba.
O episódio levou o Conselho Estadual dos Direitos Humanos, presidido
por um padre, a publicar nota de repúdio contra o "desrespeito à
diversidade religiosa".
Para amanhã, está marcado um ato em frente à estátua, às 9h, por
respeito às religiões e mais segurança.
"Não quero acreditar que tenha sido por intolerância. Não
temos nada que prove isso ainda", afirma Fernando Milanez Neto, chefe da
Coordenadoria do Patrimônio Cultural da prefeitura. Ele diz que a estátua foi
consertada
fonte: UOL
quinta-feira, 4 de abril de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
sábado, 23 de março de 2013
Atabaque Nzinga
Documentário musical sobre a Cultura Afro Brasileira, cuja estrutura narrativa se traduz por um jogo de búzios, onde nossa protagonista Ana (Taís Araújo) chega atraída pelo "chamado do tambor" em busca de seu auto- conhecimento e seu caminho. Pela estrada da percussão nas locações de Pernambuco, Bahia e Rio de Janeiro, Ana encontra diferentes ritmos, grupos musicais e coreográficos, experienciando sua integração na sociedade brasileira. O material filmado em Angola, África, onde no séc. XVII viveu e reinou a Rainha Nzinga, guerreira famosa, cujo nome serve de batismo à protagonista do filme, é uma referência e ilustra o passado da história do negro no Brasil.
quinta-feira, 14 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
PM ordena abordagem de pardos e negros em Campinas
Correio Popular, Campinas, quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
A Polícia Militar de Campinas
determinou, em uma OS (Ordem de Serviço), de 21 de dezembro, que seus
integrantes abordassem jovens negros e pardos, com idade entre 18 e 25 anos, na
região do bairro Taquaral, uma das áreas mais nobres da cidade. Segundo a determinação,
dirigida ao Comando Geral de Patrulhamento da região, pessoas que se enquadrem
nessa categoria são consideradas suspeitas de praticar assaltos a casas na
região e devem ser abordadas prioritariamente.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Obras do pintor afro-americano Kehinde Wiley
Jovens
negros inspiram pintor americano Kehinde Wiley
FRANCISCO QUINTEIRO PIRES
Em suas pinturas a óleo, Kehinde Wiley associa a insolência do hip hop,
cultura urbana transformada em indústria bilionária, à aristocracia da Idade
Moderna.
Quando usa um vocabulário que reforça noções de prestígio, poder e
heroísmo, ele se diz transgressor.
"Coloco a cultura afro-americana dentro dos limites tradicionais do
retrato europeu para criar uma nova sensibilidade sobre raça e classe",
disse à Folha.
O que era uma prática restrita à experiência nos Estados Unidos agora se
globalizou. Na década passada, Wiley, 35, iniciou The World Stage, projeto
sobre os negros de países como Israel, Nigéria, Índia, China e Brasil.
No próximo mês, o Contemporary Jewish Museum, de San Francisco, nos
Estados Unidos, exibe a série com os judeus etíopes.
Negritude é, para Wiley, "uma estética nômade", criadora de uma
linguagem internacional. "Notei semelhanças entre os bairros
afro-americanos e as regiões urbanas carentes de outros países", diz.
"Existe uma ressonância óbvia entre a pobreza das favelas do Rio e a
exclusão em South Los Angeles, onde cresci."
Wiley visitou o Brasil em 2008. Para fazer as 22 pinturas de jovens
brasileiros adotou o mesmo método que o consagrou no início dos anos 2000,
quando percorria as ruas do Harlem, em Nova York.
Wiley aborda ao acaso um desconhecido e lhe paga pelo menos US$ 100
(cerca de R$ 200), por hora, para fotografá-lo em poses clássicas. Sua técnica
lembra a de Norman Rockwell (1894-1978). Ambos manipulam uma situação e a
congelam em fotos antes de registrá-la na tela.
O resultado varia pouco. Um jovem que veste roupas de marca, retratado em
cores vibrantes, à frente de um fundo adornado, parece saído de um quadro de
Velázquez, Jacques-Louis David ou Hans Memling.
Kehinde Wiley
"Alegoria a Lei do Ventre Livre" (2009), pintura de Kehinde
Wiley
POP ART
Wiley rejeita a afirmação recorrente de que os seus trabalhos são
comerciais ou um exemplo de pop art. "Eu não tento elevar tendências da
cultura de massa a uma forma privilegiada, o que é por definição um dos
atributos mais importantes da pop art."
Desde 2001 ele participou de mais de 50 exposições (ao menos 20
individuais).
Já fechou parcerias publicitárias com Puma e Givenchy. O Metropolitan
Museum of Art, o Jewish Museum e o Brooklyn Museum, que programa uma
retrospectiva em 2015, compraram suas obras. Recentemente, Wiley divulgou
"An Economy of Grace", em que pela primeira vez retrata mulheres
negras e responde à crítica de que seria misógino.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
A cor dos homicídios no Brasil - Mapa da violência
O estudo focaliza a incidência da questão racial na
violência letal do Brasil, tomando como base os registros de mortalidade do
Ministério da Saúde entre os anos de 202 e 2010.
Para ver o documento na íntegra clique aqui
Assinar:
Postagens (Atom)


















