terça-feira, 29 de maio de 2018
África - mapa mudo, mapa em branco para diferentes atividades
África: Mapa mudo, Mapa em branco para diferentes atividades sobre história e geografia da Áfica - (sem escala). Incluindo o Sudão do Sul e os Países Insulares
África: principais recursos minerais
Mapa - África: principais recursos minerais, A África no contexto da geopolítica mundial - Geografia
sábado, 26 de maio de 2018
Video Aula sobre o Império do Mali
Interessante vídeo-aula do professor Cristiano, sobre o antigo Império do Mali (século XIII, XIV e XV). Um material para os conteúdos de História, especialmente, para o programa do 7° Ano, do ensino fundamental.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?
Meu
Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?
Samba
Enredo Carnaval 2018
G.R.E.S
Paraíso do Tuiuti
Não
sou escravo de nenhum senhor
Meu
Paraíso é meu bastião
Meu
Tuiuti, o quilombo da favela
É
sentinela na libertação
Irmão
de olho claro ou da Guiné
Qual
será o seu valor? Pobre artigo de mercado
Senhor,
eu não tenho a sua fé, e nem tenho a sua cor
Tenho
sangue avermelhado
O
mesmo que escorre da ferida
Mostra
que a vida se lamenta por nós dois
Mas
falta em seu peito um coração
Ao
me dar a escravidão e um prato de feijão com arroz
Eu
fui mandiga, cambinda, haussá
Fui
um Rei Egbá preso na corrente
Sofri
nos braços de um capataz
Morri
nos canaviais onde se plantava gente
Ê,
Calunga, ê! Ê, Calunga!
Preto
Velho me contou, Preto Velho me contou
Onde
mora a Senhora Liberdade
Não
tem ferro nem feitor
Ê,
Calunga
Preto
Velho me contou
Onde
mora a Senhora Liberdade
Não
tem ferro nem feitor
Amparo
do Rosário ao negro Benedito
Um
grito feito pele do tambor
Deu
no noticiário, com lágrimas escrito
Um
rito, uma luta, um homem de cor
E
assim, quando a lei foi assinada
Uma
lua atordoada assistiu fogos no céu
Áurea
feito o ouro da bandeira
Fui
rezar na cachoeira contra a bondade cruel
Meu
Deus! Meu Deus!
Se
eu chorar, não leve a mal
Pela
luz do candeeiro
Liberte
o cativeiro social
Meu
Deus! Meu Deus!
Se
eu chorar, não leve a mal
Pela
luz do candeeiro
Liberte
o cativeiro social
Povo Guerreiro - Criolo
POVO GUERREIRO
Criolo
Povo guerreiro... Bate tambor
Comemora a liberdade
Mas a igualdade não chegou
Nossos ancestrais Lutaram pela liberdade
Contra tudo e contra todos
O negro nunca foi covarde
Fugiu das senzalas
Refugiou-se nos quilombos
Conquistou a liberdade
Mas em busca da igualdade
Ainda sofre alguns tombos
Povo guerreiro... Bate tambor
Comemora a liberdade
Mas a igualdade não chegou
No pós liberdade
O negro foi marginalizado
Teve a alma aprisionada
Com as algemas da desigualdade
Hoje refugiado em favelas
Onde a vida tem suas mazelas
Combate a miséria, o preconceito e a adversidade
A igualdade e o respeito
Mais do que anseios
Também são necessidades
Povo guerreiro... Bate tambor
Comemora a liberdade
Mas a igualdade não chegou
terça-feira, 31 de outubro de 2017
domingo, 24 de setembro de 2017
Máscaras Africanas - Escola Curumim
Máscaras Africanas na Festa da Primavera, realizada na tarde de sábado, dia 23 de setembro de 2017 na Escola Curumim, Campinas - SP.
sábado, 19 de agosto de 2017
sábado, 29 de julho de 2017
quarta-feira, 26 de julho de 2017
quinta-feira, 6 de julho de 2017
quinta-feira, 22 de junho de 2017
quinta-feira, 8 de junho de 2017
Njinga a Mbande, Rainha do Ndongo e do Matamba
Série da UNESCO, Mulheres na História da África
Njinga a Mbande (1581-1663), rainha do Ndongo e do Matamba, marcou a História de Angola do século XVII. Diplomata engenhosa,
negociadora hábil, e temível estratega, Njinga opõe forte resistência aos projetos coloniais portugueses até à sua morte em 1663.
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