domingo, 10 de abril de 2011

Johann Moritz Rugendas

Johann Moritz Rugendas (Augsburg, Alemanha 1802 - Weilheim, Alemanha 1858). Pintor, desenhista, gravador. Desde criança, exercita o desenho e a gravura com o pai Johann Lorenz Rugendas II (1775 - 1826). Freqüenta o ateliê de Albrecht Adam (1786 - 1862), de 1815 até 1817, quando ingressa na Academia de Belas Artes de Munique. Incentivado pelos relatos de viagem dos naturalistas J. B. von Spix (1781 - 1826) e C. Fr. Ph. de Martius (1794 - 1868) e pela obra de Thomas Ender (1793 - 1875), vem para o Brasil em 1821, como desenhista documentarista da Expedição Langsdorff. Abandona a expedição em 1824, mas continua sozinho o registro de tipos, costumes, paisagens, fauna e flora brasileiros. Segue para Mato Grosso, Bahia e Espírito Santo e retorna ao Rio de Janeiro ainda no mesmo ano. Rugendas não realiza nenhuma pintura a óleo em sua primeira estada no Brasil, privilegia o desenho e ocasionalmente o colore à aquarela. De 1825 a 1828 vive entre Paris, Augsburg e Munique. Nesse período, dedica-se à publicação de sua obra Voyage Pittoresque dans le Brésil. Vai para a Itália em 1828, onde observa novas técnicas. O uso de cores e o esboço a óleo chamam sua atenção. Motivado pelo naturalista Alexander Humboldt (1769 - 1859), Rugendas viaja para o México em 1831, com projeto de viagem pela América com objetivo de reunir material para nova publicação. No México, começa a pintar a óleo, utilizando as técnicas assimiladas na Itália. A partir de 1834, excursiona pela América do Sul, passa pelo Chile, Argentina, Peru e Bolívia. Em 1845, chega ao Rio de Janeiro, onde retrata membros da família imperial e é convidado a participar da Exposição Geral de Belas Artes. No ano seguinte, parte definitivamente para a Europa. Em troca de uma pensão anual e vitalícia, cede sua coleção de desenhos e aquarelas ao Rei Maximiliano II, da Baviera.

Fonte: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_verbete=928

Benguelas, Angolas, Congos e Monjolos, Rugendas, Povos africanos no Brasil

Benguelas, Angolas, Congos e Monjolos, Rugendas, Viagem Pitoresca ao Brasil, 1835

Moçambiques, Rugendas, Povos africanos no Brasil

Moçambiques, Rugendas,Viagem Pitoresca ao Brasil, 1835

Cabindas, Quilhoas, Rebolos e Minas, Rugendas, Povos africanos no Brasil

Cabindas, Quilhoas, Rebolos e Minas, Rugendas, Viagem Pitoresca ao Brasil

Benguelas e Congos, Rugendas, Povos africanos no Brasil

Rugendas, Benguelas e Congos, Viagem Pitoresca ao Brasil, 1835

Rugendas, negros no porão do navio



Nègres a Fond de Calle (Negros no Porão de Navio) – Johann Moritz Rugendas – Da obra “Voyage Pittoresque au Brésil” (1835). – “Embarcam-se, anualmente, cerca de 120 000 negros na costa da África, unicamente para o Brasil, e é raro chegarem ao destino mais de 80 a 90 mil. Perde-se, portanto, cerca de um terço durante a travessia de dois meses e meio a três meses…

quarta-feira, 6 de abril de 2011

África territórios de origem dos povos escravizados e trazidos para o Brasil no século XIX



África territórios de origem dos povos escravizados e trazidos para o Brasil no século XIX.

Fonte: Quilombolas, tradições e cultura da resistência

África - territórios de origem dos povos escravizados e trazidos para o Brasil no século XVIII



África - territórios de origem dos povos escravizados e trazidos para o Brasil no século XVIII.

Fonte: Quilombolas, tradições e cultura da resistência

África - territórios de origem dos povos escravizados e trazidos para o Brasil no século XVII



África - territórios de origem dos povos escravizados e trazidos para o Brasil no século XVII

Fonte: Quilombolas, tradições e cultura da resistência

África - territórios de origem dos povos escravizados e trazidos para o Brasil no século XVI



Mapa - África - territórios de origem dos povos escravizados e trazidos para o Brasil no século XVI.

Fonte: Quilombolas, tradicões e cultuira da resistência

África Mapa - estrutura ambiental e riqueza mineral



Fonte: Quilombolas, tradições e cultura da resistência

domingo, 3 de abril de 2011

Flor do Deserto - Trailer Legendado

Desert Flower, Waris Dirie, Flor do Deserto





Baseado no best seller Desert Flower, autobiografia da modelo somali Waris Dirie, o filme acompanha a trajetória de sua vida. Circuncisada aos 3 anos de idade e vendida para um casamento arranjado aos 13 anos, Waris decide fugir atravessando o deserto até chegar a Mogadíscio, capital da Somália. De lá, é enviada por sua avó para Londres onde começa trabalhar como empregada doméstica para os membros da Embaixada da Somália. Waris passa toda sua adolescência sem ser alfabetizada e quando se vê sozinha pelas ruas de Londres encontra Marylin, uma vendedora de shopping, que acaba ajudando a jovem. Trabalhando numa lanchonete, Waris é descoberta por um conceituado fotógrafo Terry Donaldson que a coloca no mundo moda. Um filme emocionante. Em muitos países africanos, sob a influência do islamismo, a prática tradicional da circuncisão consiste na retirada do clitóris das meninas e adolescentes, depois a região é costurada e somente retirada com o casamento pelo marido. Segundo a tradição essa prática garante a pureza das meninas. As meninas que não passam pelo processo são marginalizadas e consideradas prostitutas.

África mapa do comércio de escravos



O mapa acima indica as principais regiões de origem e comércio de escravos entre a África e o Brasil durante mais de 300 anos de escravidão. Uma contribuição para ampliar o repertório de mapas sobre o continente africano. Clique na imagem para vê-la ampliada.

Fonte: Educação Africanidades Brasil. UNB, MEC/ CEAD

Mapa e Quadro das Divisões Regionais da África






Uma contribuição para ampliar o repertório de materiais dos professores interessados no estudo do continente africano.

Fonte: Educação Africanidades Brasil. UNB, MEC/CEAD